
A diretora de fotografia Carina Sanginitto e o diretor Halder Gomes. (foto: Soraya Ramalho)
Pelo horário, é possível ter certeza de que os médicos pelos quais passamos no corredor são, na verdade, atores do elenco de apoio.

Fernanda Mota como obstetra. (foto: Soraya Ramalho)
Hoje, é Tainá Müller quem precisa trabalhar muito: ela está presente em todas as cenas, como Lara.

Mais de uma sala do NAMI estão sendo utilizadas pela equipe, não só como set (há cenas diferentes previstas para a filmagem da noite), mas também como base para as atividades de suporte.
Abaixo, diversos objetos providenciados pela equipe de arte compõem o consultório.
Tainá Müller (de costas), Fernanda Mota e o diretor Halder Gomes. (foto: Valéria Dallegrave)
Há um clima de despedida no ar, mas ainda há tempo para algumas fotos que mostram mais sobre o trabalho feito: no NAMI, hoje, essa foi a sala escolhida para servir de figurino:
E o lugar serviu também como "sala de redação" do blog :)
Buscando concentração para elaborar o texto. (foto: Samyr Halley)
Espero que você tenha curtido me acompanhar na descoberta dessa estrutura invisível que sustenta e dá origem ao universo ficcional que veremos na tela de cinema. É claro que ainda existe muito trabalho pela frente, na pós produção , como a edição...
E é importante observar que, além da diversidade de lugares, do equipamento especializado, foi possível descobrir quantas pessoas - tão diferentes entre si - precisam trabalhar com esforço e talento para esse fim comum.

A diretora de fotografia Carina Sanginitto. Ao fundo, Tia Irene, do elenco de apoio e, mais lá atrás, Alfredo Guerra, operador de áudio. (foto: Soraya Ramalho)

Cristiano Pires maquiando Cristiane Gois (Lica). (foto: Soraya Ramalho)

Pietro Schläger caracterizando Nelson Xavier como Chico Xavier. (foto: Soraya Ramalho)

Caio Blat (Karl) em meio aos figurantes de Pacatuba, na "Casa da Prece". (foto: Soraya Ramalho)
O trabalho de filmagem em Fortaleza é encerrado com a participação de uma figurante muito especial, que deu um bocado de trabalho para ser encontrada: a bebê Lara. A avó, Dona Socorro, acompanhou orgulhosa e preocupada (da mãe nem precisa falar, né?) a cena em que a netinha participou. Lara, de um mês e quinze dias foi tratada com todo cuidado e se comportou muito bem em seu primeiro filme. Ela estréia com tudo na vida e no cinema.
A presença da pequena Lara traz alegria para um momento de despedida, e alimenta a sensação de que todo fim encerra um novo começo. Ela e sua mãe, Juliana, trazem também a lembrança de que o amor expresso na história ficcional está ao nosso redor, e o mundo precisa dele...

Uma figurante especial: a pequena Lara e sua mãe Juliana (foto: Soraya Ramalho)
Aguardamos por vocês na sala de cinema, para conferir o resultado final de tanto trabalho que, na verdade, é só um jeito de fazer lembrar do que é mais importante em nossas vidas.
Um grande abraço a todos.
Texto: Valéria Dallegrave